Ahá! E 2010 foi um ano e tanto, passou rápido, mas tão rápido que cá estou eu em 2011! Bem, vamos aos updates: estou na faculdade, é, finalmente; estou solteira, é, sad rs; e por último, mas não menos importante, i’m back!
A faculdade é uma coisa que eu sempre quis fazer, até mesmo para melhorar profissionalmente, mas acho que eu tenho tanta vontade de me formar, de aprender coisas novas e diferentes que eu me espanto, leia-se irrito, com a antice (proveniente das antas) das pessoas… Um professor quando um passa um exercício na lousa não é para decorar, já que eu não faço Arquitetura com ênfase em decoração, não é para gastar o giz, já que coca é uma coisa barata e se encontra em qualquer lugar, não, amigos, é para você fazer, achar o resultado, encontrar a resposta e sair de sala um tanto mais inteligente do que entrou, mas não! Existem pessoas que tem a castimonia de perguntar: “- É pra fazer?”.
Cuma?
Faço um mês de solteirisse-casada, o que tem sido chato e legal ao mesmo tempo, continuo com o “compromisso”, gostando, querendo, mas acostumei com o fato de não ser totalmente meu… mentira.
Se sentindo sozinha? Numa ilha deserta?
Enfim, o dia esta lindo e eu tenho um trabalho de Sociologia para fazer e estudar.
Eu acredito. Acredito no tempo. O tempo é nosso amigo, nosso aliado, não o inimigo que traz as rugas e a morte. O tempo é que mostra o que realmente valeu a pena, o tempo nos ensina a esperar, o tempo apaga o efêmero e acaba com a dúvida.
Coisas que são DIFÍCEIS de dizer quando você esta bêbado:
- Indubitavelmente
- Preliminarmente
- Proliferação
- Inconstitucional
Coisas que são MUITO DIFÍCEIS de dizer quando você esta bêbado:
- Especificidade
- Transubstanciado
- Verossimilhança
- Três tigres
Coisas que são IMPOSSÍVEIS de dizer quando você esta bêbado:
- Chega! Já bebi demais!
- Sai fora, você não é meu tipo!
- Boa noite, seu guarda! Uma bela noite não?
- Tá bom, tá bom, me desculpe… eu sei que ninguém quer me ouvir cantar.
- Você tem razão. Esse cara é bem maior que eu e parece saber bater muito…
- Entendi. Pode deixar que eu não vou insistir em tentar beijar você, por que você não quer nada comigo.
- Seu gerente, o senhor está correto, eu realmente bebi tudo o que estão me cobrando!
Estou de folga, não tenho nada a fazer, já assisti tudo o que tinha pra ver e esse frio da peste não me deixa colocar o nariz pra fora da porta, so, eu fico bisbilhotando coisas que me inspirem pra postar aqui (coisa rara ultimamente), mas enfim, não encontri nada, então fiquem com as piadas sem sal mesmo, beijos, me chamem pra fazer algo embaixo do edredom, he.
Pois então, já fiz dois posts de bandas que ficaram só no rascunho, quem sabe um dia desses eu termino, aí eu resolvi fazer um sobre uma banda legal de uns caras maneros, mas aí meu winamp pulou a música deles e caiu na de uma garota, e eu parei e pensei, wait a minute, boy, eu nunca fiz um post sobre alguma cantora?! Só bandas de mocinhos?! Como assim?! Então eu me coloquei a procurar no blog os posts de música e achei um de moçoila, o que já me bastou, e é este cá. Então eu resolvi, vou falar sobre ela! Pixie Lott, conhece?
Pixie Lott
Pois bem eu a conheci no passado, baixei o clip de duas músicas, “Band-aid” e “Turn it Up”, peguei o album que leva o nome do segundo clip e curti, virou toque do meu celular e não passava um dia sem escutar/assistir, enfim, passou. Mas hoje, como eu disse, do nada começou a tocar e eu lembrei que na época eu achei muito legal que ela sempre quis ser cantora (como everybody), mas ela estudou, fez teatro, dança, atuou em musicais e com apenas 15 anos. Ano passado, 2009, lançou o peimeiro álbum da carreira e de cara o primeiro single Mama Do foi parar no 1º lugar nas paradas britânicas, desbancando os poderosos do Black Eyed Peas e a estrondosa “Boom, boom, pow” e levando a garota a arrebatar prêmios como “Revelação do Ano” no EMA da MTV. Outro curioso é que o 2º e o 3º single dela, Boys and Girls e Cry me Out, respectivamente, também alcançaram o mesmo posto e a cantora tem o recorde de três singles seguidos como #1.
Quando eu escutei pela primeira vez, sem brincadeiras, a voz me fez imaginar uma pessoa completamente diferente, pelo timbre e a tonalidade que ela tem, uma voz de cantoras de soul, mais grave, muito legal. Quando eu vi uma loirinha, parecida com as gêmeas Olsen, não dei nada, mas me quebrei. Enfim, lá vai os dois clipes que eu gostei em uma versão ao vivo:
1° qualidade: Vpcê pode fazer grandes coisas, mas não deve se esquecer nunca que existe uma mão que guia seus passos. Esta mão nós chamamos de Deus, e ele deve sempre conduzí-lo em direção à sua vontade. 2° qualidade: De vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor. 3° qualidade: O lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça. 4° qualidade: O que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você.
E Finalmente a 5° qualidade: O Lápis sempre deixa uma marca. Da mesma maneira que o lápis, saiba que tudo que você fizer na vida irá deixar traços…
o que vale realmente é o grafite...
Não, o peida não está ficando sentimental, nem eu. E pra quem reconheceu, não, eu não sou uma fã do Paulo Coelho.
Quando eu começo ouvir um cantor, uma música, eu procuro buscar o mais fundo possível o que aquele cara ou som quer dizer; o que aquela melodia, naquele tom, aquelas frases, o timbre da voz quer realmente dizer,além de um “freeeee”… E assim foi com Donavon Frankenreiter. Pelo nome já pensou num cara louco, branquelo, alemão, ou algo do tipo. Pois errou, colega! O cara é um surfista da Califórina, berço dos adoradores das ondas. E a música dele é quase uma reverência ao poderoso Pacífico e seus atributos.
Pelo nome, eu tenho pra mim que poucos são os que conhecem; porém ao ouvir três ou quatro músicas, você já sabe, não quem canta, mas que conhece porque elas estão em todos os lugares. Sabe, eu não gosto muito de Jack Johnson, tirnado uma música ou outra eu não curto muito mais. Mas há quem diga que o estilo de Donavon seja o mesmo, pode até ser pelo fato dos dois serem muito amigos, é sério, mas eu vejo uma coisa diferente no lunático perdido. Canta dormindo de um jeito que te faz acordar, a mistura de sons te deixa inérte de tão surpreendente e depois que você acostuma não tem como deixar de ouvir.
A história do cara é simples, ele cantava (muito bem), queria fazer um disco, mas tava completamente perdido, até que o amigo Jack deu uma ajuda e mostrou o caminho, daí foi só correr pro abraço porque talento o cara tem de sobra. Além do cara cantar super bem, é surfista profissional, por isso a sua referência as águas e o estilo surf das músicas. A discografia de Donavon contém quatro discos, o primeiro “Donavon Frankenreiter” lançado em 2004, que tem o sucesso “Free”, uma das mais conhecidasdo cantor, e “On my mind”. Depois lançou mais dois discos, “Move by Yourself” e “Past it Around“. Segue abaixo o link do vídeo da música que eu mais gosto dele: Your Heart.
Isso é tudo. E feliz ano novo, atrasado. Até.
The first thing that strikes a person when they meet Donavon Frankenreiter is that they’ve probably never met a person quite like him before. From his genuine nature, to his big heart, to his all-around charisma, once you connect with his vibe you realize that he is truly unique. Donavon lives an incredible life, one that he never takes for granted. His vocations and drive have enabled him to live the one person’s fantasy, as a reality.First and foremost, you have Donavon the husband to his wife Petra and father to his sons Hendrix and Ozzy. Their love and presence are the driving force in his life, as can be seen by the beautiful tattoo of the three on his forearm. Next you have Donavon the pro-surfer, who has and continues to travel the world extensively surfing in some of the most popular and also most remote places on the globe. As a matter of fact, both Donavon’s surfboard and guitar case have seen more places than most humans ever will. And of course, you have Donavon Frankenreiter the musician, who is about to release his third, and probably most important album to date titled Pass It Around (Lost Highway).
Donavon’s first record, 2004’s Donavon Frankenreiter was made with the aid of his long time friend Jack Johnson, and spawned the AAA radio hit “Free”. “On my first record, I didn’t have a direction. I just wanted to make a record,” says Frankenreiter. In 2006, Donavon signed with Lost Highway and began to find his own musical voice with the appropriately titled Move By Yourself. “The second one I did myself and it definitely had a direction I felt great about.” On Pass It Around, Donavon collaborates and injects new sounds in ways he had not attempted prior. “On Pass It Around, I definitely had a lot of ideas and it was fun putting trust in other people.”
One of those people was producer Joe Chiccarelli, who aside from being a multiple Grammy Award-winner, has worked with everyone from Frank Zappa to The Raconteurs to My Morning Jacket. Donavon also enlisted some of his dearest musician friends including, Ben Harper on the title track, and Philadelphia’s most famous surfer G. Love, who adds harmonica on “Sing a Song.”
Collaborators can bring out a side of their creative partner that had previously been untapped. This was the case with Grant Lee Phillips and Frankenreiter on the track, “Mansions On The Sand.”
“I had an amazing experience with Grant Lee Phillips. I had a verse of a song and I had no lyrics for and couldn’t find a chorus. So we worked on it together, found a chorus and then let it go for awhile. When he sent it back to me, I was blown away.”
“I’ve always tried to incorporate the visions of the ocean, the tide, the surf in my music. But I never could, because it would be corny. It would be like I would be “in the waves,” he laughs. Frankenreiter’s respect of the ocean and surfing is too deep to bastardize it. It took Grant Lee Phillips aiding Frankenreiter on “Mansions On The Sand” to help him appropriately celebrate the water that he so loves. “And it came together and from a guy who doesn’t surf.” He jokes.
The self-produced Move By Yourself saw Donavon Frankenreiter grow and mature as an artist who became comfortable on his own and in his own skin. On Pass It Around, Frankenreiter followed his instincts, and in the process actually found himself both artistically and stylistically, as a musician and a songwriter.
“I learned a lot. I learned that it’s not all about me, but it’s about coming together and creating the songs together. I learned that I could let go a little. Let somebody else control the production. For me it was a comfortable place to be. I feel like I had to go through what I was going through in order to get to where I am today.”
For Frankenreiter, embracing a change of methodology was vital, not just because he was open to it, it’s what he does: he persistently challenges himself and it’s keeping him honest, humble and open. An example of Donavon’s openness came when a suggestion was made for the track “Your Heart”.
“When I gave Joe the demo, the horn lines you hear were all harmonica. But it was too much like ‘Harvest Moon,’ the Neil Young song,” he says. “So, Joe tells me he hears a mariachi band in there instead. I knew I could trust his wisdom. When I heard it for the first time it was unreal, because if fit so naturally.”
Donavon was humbled as he tracked Pass It Around at the legendary Hollywood studio, Sunset Sound, knowing he was stepping into the same vocal booth that Joplin and Morrison made history in.
“A lot of people in this day and age just want to you to come to their house and use Pro-Tools because it will save thousands of dollars. But it’s about the experience. That’s what I want to feel. I want to touch the walls there. I want to sing into the microphones there. That’s what recording is all about, being in those places where people have been before.”
If there is one song on Pass It Around that is snapshot of Donavon’s organic and non-contrived lifestyle, it is the opening track, “Life, Love and Laughter.” “Don’t look back it won’t do any good/Don’t look ahead you’ll be misunderstood/Everything you need could be right in front of you.” For Donavon that maybe packing up his family and going to a far flung destination or he could be lazing with them at home in Laguna Beach, as long as there’s love in the room, he’s there.
With some old buddies, new compatriots and a new M.O., Donavon Frankenreiter is more than pleased with the music they made together. He concludes, “I feel this is the best body of work I’ve done. This is where I am now and where I’ve come from.”
Billy: – Puro-Osso, eu sei que a Mandy é má e o Irwin é carente mas eles são assim. A vezes nossos amigos são gente que nem a gente gosta. Se tem uma coisa que eu aprendi destruindo Jaquelino, me escondendo no seu baú até marte e voltando no último instante para salvar o planeta… foi que podemos escolher amigos… e tirar melecas… mas não podemos tirar melecas do amigo, você tem que deixar eles serem quem são… e tirarem sozinhos.
Porque a gente sempre acaba lendo as coisas que a gente escreve e sempre acaba lembrando de coisas que foram incrivelmente importantes pra nós. Eu acho que esse é um dos textos mais significativos que eu já li, não pela profundidade (que venhamos e convenhamos, existe), mas pelo momento que ele apareceu e por o que ele quis dizer quando eu o usei… Realmente a gente não pode, melhor, não deve tirar as melecas dos amigos, tem certas coisas que as pessoas tem que fazer sozinhas, apanhando ou não; mas se no fim for aprendida a lição, entendido o caminho e marcado, tá valendo, eu tenho isso pra mim. Mas deixar as pessoas sozinhas é feio… É cruel e realmente não mostra nada de caminho, nada de nada mesmo. E eu só tenho a pedir desculpas, mesmo que seja assim, do jeito que não é pra ser, porque não tem muito a ver, mas é simples, sendo desse jeito.
E hoje eu estou ambientalista e resolvi falar sobre o essencial, suficiente e insubstituível. A “poda” tem como intuito principal retirar as partes desnecessárias, extrair os ramos defeituosos e fortalecer a planta para que ela tenha bom crescimento e se torne bonita e produtiva. Como todos fazem alusão de plantas com o amor, eu não sou diferente. Em qualquer relacionamento, a partir do momento que você verifica os defeitos, assume eles e parte para o trabalho de “podá-los”, você percebe que você fez com que seu relacionamento pudesse encontrar um novo ar e conseguisse respirar melhor que antes, com novo vigor e nova força.
Agora começa a parte pessoal que, se vocês não quiserem, não precisam continuar, mas eu sei que você vai querer ler, até porque hoje não vou falar de músicas, nem filmes, nem nada que não seja abstrato e intuitivo.
Eu sou curiosa, você sabe melhor que ninguém. E eu não tenho muita memória pra coisas que não minhas, mas eu precisava pegar o link do forúm da Diana e pra isso eu tinha que entrar no email, no seu email. Então eu entrei e como sempre tudo estava lido, porque você fica com o email aberto o dia inteiro no trabalho. Mas tinha umas mensagens não “lidas” na pasta de “rascunhos” e tinha um email escrito “recado” que eu não resisti e abri, achei que era alguma coisa interessante, porque ultimamente você tem me mandado uns emails com textos legais. Mas não era, era pra mim, e na hora que eu comecei a ler queria não ter começado, queria não ter entrado nele, queria ter ficado sem saber o link do forúm (que até hoje eu não consegui descobrir), queria não ter feito nada, mas na verdade, queria voltar uma semana ou duas pra trás. Porque você dizia coisas que estavam entaladas, mas coisas que no fundo você sabia o porque e tinha seus motivos.
Não sei se você reparou que eu mudei, que eu me aparei, que eu fiz questão de me podar, pra que eu pudesse crescer e melhorar. E eu acho que eu tenho conseguido. Acho que eu melhorei o meu tratamento e me renovei como pessoa. E como sempre você é a questão absoluta isso. Sabe, quando a gente pensa em tempo, em dias, minutos, semanas, anos, a gente não pensa que dois anos são poucos, muito pelo contrário, dois anos é muita coisa! É tempo pra caralh* e pensar em passar esse tempo com você me faz ter a certeza que dois anos, dois séculos, duas vidas seriam muito pouco, pouquíssimo na verdade, porque a gente quer tanto e a gente tem tanto pra dar certo, tanto pra continuar dando certo, tanto pra fazer melhor que nem a eternidade seria capaz de nos segurar.
depois da união hippie
Falar que eu te amo não é pouco, porque amor é muita coisa, mas só dizer que eu te amo é pouco, porque eu não só te amo, eu te admiro e como te admiro! Admiro a sua capacidade de se relacionar com as pessoas, que mesmo não merecendo (no meu ponto de vista) tem sua total atenção e você faz questão de que aquela pessoa se sinta o melhor possível. E eu admiro a sua beleza, a forma como você é, o seu jeito meigo de atrair as pessoas e sua inteligência, cara, principalmente essa! A sua visão de mundo que é tão diferente da minha, transforma o meu horizonte e o aumenta sempre!
Eu faço questão que você saiba disso tudo, porque eu sei que você quase “necessita” disso impresso, rs. E sim, eu amo você, e sim, a gente casa.