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A corrida pelo ouro negro de natal.

Alguém conhece alguém viaciado?! Bem eu conheço várias pessoas… Desde aqueles que ficam uma festa inteira dentro do banheiro com a tampa do vaso abaixada até aqueles que fumam na porta da delegacia. Esse feriado que eu passei em um lugar parecedíssimo com Ibitipoca eu pude presenciar a manifestação do vício nos seus mais diversos estágios. Sabe aquelas tremedeiras que a gente vê em novelas ou em filmes tipo “28 Dias” – que eu amo – com a Sandra Bulock?! Pois então, até isso tivemos na nossa semana santa…

Mas pra parar com o suspence vou logo dizendo como foi o desfinhar da história. A uns dois, três meses eu e mais um grupo de amigos decidimos passar o nosso feriado prolongado em Ibitipoca, todo mundo super animado começamos a juntar dinheiro, alugamos a casa, resolvemos passagem, a ida até a vila, comidas e principalmente as bebidas, tudo certo. Enfim, chegou o dia esperado e fomos pra JF às 16 h pra sair de lá às 6 h de quinta. Mas sabe como é estávamos lá em JF e nunca tinhamos ido pra zuar e tal, né… Mas primeiro, supermercado! Bebidas!!! Pegamos cinco fardos de Brahma e dois de Skol (pra mim, rs), mais umas catuabas esquisitas, uma cachaça, vodka e uns refrigerantes – pra colocar na vodka, claro. Mas não pegamos o principal.

Fomos então pra night juiz forana, quer dizer, tomar cerveja no calçadão em Cataguases, porque foi a mesma coisa! Vimos todos os que encontraríamos aqui mesmo e melhor, sem pagar 25,50; enfim, bebemos e comemos um Dago’s, ou drog’s, como preferir. Caçamos algumas gramas de… Grama! E algo pra desuntupir narizes que eu gostaria de frizar que não preciso, já que meu nariz é limpinho e grama só pra pisar, he. Enfim achamos, mas essa caçada fica pra próxima, com metáforas, claro!

Páh, chegamos em Ibiti, comemos uma macarrona MARA de grudada as 9:37 da manhã! Ficamos de bobeira conversando todas as 182 horas do dia mais longo da minha vida e por fim curtimos o sol se pondo, a melhor visão de todas! Foi aí que os efeitos da abstinência de uma certa componente do grupo começaram a surgir e assustar a todos! Tremedeiras e uma busca deseperada em todos os estabelecimentos da Vila!

No primeiro dia todos no bar: “quatro brahmas e duas skol, por favor”, e vem ela: “err… tem Toddynho?!”. Na primeira vendinha, nada, na segunda, não acabou, depois mais um não, Não, NÃO, NÃÃÃÃO! Não tinha Toddynho em nenhum lugar! Cara, Toddynho! Não tinhaaaaa! Então o desespero bateu, numa lojinha meio mercearia o fio de esperança, nós não tinhamos ido ali antes. Um pergunta, “err… tem celulose?” “Celulose? Claro! Bem ali do lado dos entorpecentes“, aí ela pergunta: “Tem Toddynho?!” (vide a cara dela) “Deixa eu ver… (trinta e quatro minutos depois) Não, acabou”. Pra que?! Os prantos e a tremedeira voltou! Fomos então ao parque (a pé) e depois de duas horas de uma linda escalada caminhada chegamos e foi tudo lindo até a volta, quando chegamos na vila e de novo voltamos a procura…

Até que no último lugar, onde nós nem sabíamos que era uma venda achamos! Os dois últimos exemplares da espécime Toddynho promoção de Natal (éééé, NATAL!) que deveriam ter sobrado de toda a fabricação. Enfim, nossa corrida pelo Toddynho havia acabado com um final feliz e uma ameça por escrito a todos que se pusessem a tomar o néctar dos deuses senão sua dona… Fazer o que, vício é assim, derruma a pessoa e a faz refém de tudo.

por hoje é só.

Sabe todo mundo quando viaja corre e posta tudo no orkut! No fundo o orkut virou um fotolog melhor e um flirck cagado, mas virou um álbum de fotos. Essas ferramentas de armazanamento do dados eu até curto, tipo flickr mesmo ou uma conta no 4shared, desocupa espaço no hd e você ainda pode compartilhar com quem quiser (ou não). Mas enfim, eu viajei como bem deixei destacado no post anterior, e trouxe fotos, muuuitas fotos!

Amanhã eu conto a saga do Toddynho porquehoje minha avó e minha mãe estão fora, meu pai tá trabalhando e meu irmão estudando e eu tenho que fazer tudo, ou seja, nada! Mentira, vou fazer almoço, beijos.

Ibiti-hurra!

Todo mundo sabe que atualizar um blog quando se tem um é essencial para a sobrevivência do mesmo, mas como eu sou relaxada/ocupada fico sempre devendo coisas boas e/ou interessantes para postar. Mas nessa última semana eu tenho a desculpa perfeita pra tanto desleixo, eu VIAJEI! É bem assim, em maiúsculo e negrito, fiz uma VIAGEM! E desculpe a todos, foi a viagem, com alguns pontos avulsos que poderiam (e vão) ser melhorados, mas foi simplesmente perfeita. Ando um pouco empolgada demais pra escrever, até porque eu posso ser um tanto quanto na-da realista de tamanho o meu entusiasmo. Amanhã sim eu vou fazer um post digno da minha semana santa – e bota santa nisso. Fiquemos por aqui e é só.

Eu amo você mais do que tudo, e eu só quero ter a oportunidade de viver tudo com você, não deixar escapar nenhum segundo de você! Você é meu sol. Obrigada por tudo.


Update [1]: Porque ontem eu não estava com as fotos, mas hoje estou com quase todas as que eu queria, he. Depois vem os vídeos, aguardem!

meu por-do-sol pra sempre.

meu por-do-sol pra sempre.

“ENC: FW: Oração para as mulheres‏”, beijos.

Como eu não sou diferente dos outros, recebo bobeiras como esta abaixo no meu email. Algumas são bobas, outras feias, tem aquelas que só pelo campo “assunto” você já exclui e tem aquelas reais, que é o caso, rs, binks:

Senhor:
Até agora o meu dia foi bem:
Não fiz fofoca, não perdi a paciência,
não fui gananciosa, sarcástica, rabugenta,
chata e nem irônica.
Não reclamei, não praguejei, não gritei, nem tive ataques de ciúmes…
Não comi chocolate…
Também não fiz débitos em meu cartão de crédito e não dei cheques
parcelados…
Mas estou para levantar da cama a qualquer minuto…
E aí sim…
Vou precisar realmente da sua ajuda!!!!

AMÉM!!!

Até a minha quinta geração de pimpolhos tenho dívidas, hehe, brinks again… Tô boba hoje, tive um momento sex inacabado o que é sempre um saco e acabou o assunto, beijos e eu vou pra Ibitipoca quarta (Y)
MARA!

Billy, the kid.

Tem vezes que sobra inspiração e a gente só não faz mais de 27 posts por dia porque nem todo mundo lê… Mas tem dia que o trem tá bravo! Hoje é (ou era) um dia assim… Mas aí o Billy, meu cachorro, me deu toda inspiração – além de baba – que eu precisava. O Billy é um cara chato, sabe, daqueles que pra falar com você cutucam e tem que falar pertinho, deixando o nariz empestiado de bafo de ração e costela. Ele é desse jeito, e além de tudo, é esparramado, daqueles que deitam e ocupam toda a sala, aí todo mundo tem que fazer ginástica e pular por cima dele, porque se tem uma coisa que ele não faz é dar licença porque ele também é muito preguiçoso. E grande! Grande de pesar uns 49 Kg (mais que eu, re).

Uma das  coisas que ele ama fazer é me atrapalhar quando eu estou digitando, acho que ele não gosta do barulho do teclado ou fica com inveja pela unha dele ser grande e não dar pra digitar seus devaneios caninos. Além das aventuras, porque ele é o cão aventureiro, vira e mexe chega junto comigo de madrugada das baladas dele, quase sem fôlego, com as pernas bambas e uma cara de feliz que dá até nojo! Quando eu o ganhei, estava na sexta série ainda, ele era do tamanho de um tênis criança (nº 33 como o meu) e cabia confortavelmente numa caixa de sapato. Mas o Billy nunca foi de ficar preso e sempre escolhia o lugar que queria dormir, o que era sempre o guarda-roupa da minha mãe! Uma pena porque minha mãe lascava duas chineladinhas na bundinha gorda dele e ele saia mais acordado que playboy em rave de criança, cheia de balas e doces, he.

Uma vez meu pai insistiu que ele saísse um pouco da vida de cidade que fosse ficar mais perto da natureza e blábláblá… Enfim, levou o pobre cachorro pra roça com ele, até aí beleza, mas o Billy não foi informado em hora nenhuma que teria que fazer o caminho todo a pé! Meu pai ia de bicicleta e o Billy foi atrás (as vezes beeeem atrás) marchando ao som de “somebody saaaaaave me!!”, chegando na fazenda ele avistou o riacho que passa bem na frente, louco de calor e alucinado com o pó da estrada, o cara mergulhou naquela água, encostou na beirada e ficou por lá, com a água passando por ele deitado, até que fossem ver se ele tinha morrido ou ido água abaixo. Nenhum dos dois, porque foi só sentir o cheiro da comida que as suas forças retomaram e ele partiu pra fazenda. Hoje em dia o Billy sabe que quando se fala em roça e cachoeira a melhor maneira de se safar é partir pra balada e só voltar após o meio-dia. Tal cão, tal dona, rs.

bloco do pijama

Cara, a pessoa tem que tá animada pra ir em plena quinta-feira – dia de bloco do remo, que desde que eu me entendo por gente eu vou – parar em Muriaé no show de Zeze de Camargo & Luciano (entrei no clima com o “&” né?). Enfim, foi uma merda o show, eu tava com sono, meu lanche não veio – GRAÇAS A DEUS! -, uns carinhas legais mexeram com a gente, uns carinhas (muito) malas mexeram também, a volta foi igual filhote de cachorro no banco de trás, todo mundo amontoado dormindo, mas no fim foi legal, pelas companhias, óbvio, e só.

E o resto d meu carnaval, bem… Desejo, de boa, que seja na cama (6) hehe, dormindo, sabe, rs. Quero descansar (e beijar na boca).

barrados no motel

Eu tenho um grande sonho, quase uma meta de vida, que é andar em carro de polícia. Sabe quando você vê aquelas luzes radiantes e coloridas pelas ruas, fazendo iuuuuuiuuuiuuuu, então, não sei o de vocês, mas meu olhos ficam piscando (e ardendo, mas só quando eu tô de lente) e brilham como os de criança que acaba de enfiar o dedo no bolo de chocolate de aniversário do primo! É sabe, é beeem assim mesmo.

E um dia eu estive bem , mas beeem perto de conseguir realizar esse feito. Foi numa tarde ensolarada quando eu ainda estudava no CEFET e só tinha os fins de semana pra viver dignamente como um ser humano normal. E o meu dignamente era ser encontrada jogada sentada em uma cadeira num bar socialmente trêbada bebendo com os meus demais amigos trêbados. Mas como era de hábito nos dias de sol, eu e mais um amigo, o Rafael, iamos de moto, ou raramente de carro, pra Aurora, onde a mãe da Michelle tinha um bar, então nós tinhamos certos privilégios na hora de ser servidos (já que a gente mesmo pegava a birita dentro do freezer) e na hora de pagar (o que era a melhor parte), enfim, íamos felizes da vida com 5,00 cada um e bebíamos o equivalente a uns 500,00 no D’angelo (pra ver como é o capitalismo hoje em dia). Quando nós íamos de moto a coisa era mais emocionante, mas nesse dia o carro da mãe dele estava aí, com som, de bobeira, lá parado e tal, então resolvemos botar os cinco conto no bolso e vazar pra lá!

Aí fomos, eu fiz um CD pra gente ir ouvindo, demos umas voltas na cidade e partimos pra Aurora. Chegando perto do trevo de Itamarati nós avistamos uma Ranger, daquelas fodonas, sabe, andando a 13,2 Km/h; o Rafael, que nunca foi convencido, resolveu voar por cima da Ranger e ultrapassar a coitada em condições que o motorista nunca soubesse que raios estava acontecendo. E lá foi ele encheu o pé ultrapassou facin o carrão. Nós felizes, curtindo, eu de pé pra cima, viajando no som de Incubus – Drive (uma das minhas bandas preferidas), fazemos a curva que sempre tem um cara vendendo caldo de cana (que não é muito bom, muito menos higiênico), mas no auge da curtição, nós avistamos algo que tinha a ver com cana, mas era uma cana nada agradável. Os filhosdaputadesgraçados da polícia rodoviária resolveram trabalhar justo na nossa tarde linda! Nós, que estávamos a uns 150 Km/h, não tinhamos como parar o carro a tempo, além do que o Rafael nunca teve carteira e eu não sabia (naquela época) nem trocar marcha! Então eu falei, caralhoooo, FUDEU! E nisso o policial todo empolgado fez sinal pra gente encostar o carro, e fez de novo e mais uma vez, e o cara tava no meio da pista, Rafael a 30 cm dele, quando ele deu um pulo pro outro lado pra sair da frente do carro! Bicho, quando a gente pensa que não ouve um estouro! O viado tinha atirado pra cima, e eu borrada com medo, nem olhar pra trás conseguia. O Rafael só falava: putamerda, putamerda, não atiraaaaa! Onde que a gente pode ir, no meio da estrada sem casa nenhuma, nada e quando nós vimos, éramos já, fugitivos da polícia, quase criminosos da estrada, se houvesse mais alguns no carro iamos ser condenados por formação de quadrilha! Mas eis que eu, é eu mesma, tenho a brilhantee idéia de ir pro motel que tinha logo na frente. Então eu grito: “Faeeeel, vamo pro moteeeel!” e ele: “Porra, Pollyana, a polícia tá atras da gente e você pensa nessas coisas até assiiim?!” eu: “Não, besta, é pra fugir deles, lá dentro eles não podem entrar!”. Então, partimos, a 758 Km/h pro motel, não sei como o Rafael consegue dar um cavalhinho de pau e fica de frente pra porta do hotel, foi realmente digno de filme. Pra nossa sorte um cara muito eficiente nos atende. O Rafael diz:

- A gente quer um quarto!!!!!

- Claro, nós temos quarto com ou sem ar-condicionado, com ou sem espelho no teto…

- Qualquer quarto pra gente tá ótimo! A gente só quer um quarto!

- Mas nós também temos serviço de tv a cabo, hidromassagem e piscina, caso o senhor deseje.

Nisso, os tiras já tavam passando na porta do motel quando reconheceram o carro e voltaram, aí so deu tempo de falar:

- Não precisa mais do quarto, vamo dormir de graça na cadeia… (Y)

Na boa, eu gosto de gente eficiente, mas tem gente que tem que ser burra, cara, pra eles ser intelectual dói! Aí já era, os policiais pegaram o Fael, deram o esfrega nele, algemaram e tudo mais, deram multa até tia-avó dele e pá, guincharam o carro! A gente no meio da estrada, de chinelinho havaiana, short e camiseta, uns fudidos e a ! A gente foi andando do motel até na Aurora, chegando lá, bebemos, mas dessa vez mais do que todas pra compenssar a decepção de ter blitz na porra da estrada e o ódio do cara eficiente da porra do motel…



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