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Donavon Frankenreiter.

Quando eu começo ouvir um cantor, uma música, eu procuro buscar o mais fundo possível o que aquele cara ou som quer dizer; o que aquela melodia, naquele tom, aquelas frases, o timbre da voz quer realmente dizer,além de um “freeeee”… E assim foi com Donavon Frankenreiter. Pelo nome já pensou num cara louco, branquelo, alemão, ou algo do tipo. Pois errou, colega! O cara é um surfista da Califórina, berço dos adoradores das ondas. E a música dele é quase uma reverência ao poderoso Pacífico e seus atributos.

Donavon Frankenreiter

Pelo nome, eu tenho pra mim que poucos são os que conhecem; porém ao ouvir três ou quatro músicas, você já sabe, não quem canta, mas que conhece porque elas estão em todos os lugares. Sabe, eu não gosto muito de Jack Johnson, tirnado uma música ou outra eu não curto muito mais. Mas há quem diga que o estilo de Donavon seja o mesmo, pode até ser pelo fato dos dois serem muito amigos, é sério, mas eu vejo uma coisa diferente no lunático perdido. Canta dormindo de um jeito que te faz acordar, a mistura de sons te deixa inérte de tão surpreendente e depois que você acostuma não tem como deixar de ouvir.

A história do cara é simples, ele cantava (muito bem), queria fazer um disco, mas tava completamente perdido, até que o amigo Jack deu uma ajuda e mostrou o caminho, daí foi só correr pro abraço porque talento o cara tem de sobra. Além do cara cantar super bem, é surfista profissional, por isso a sua referência as águas e o estilo surf das músicas. A discografia de Donavon contém quatro discos, o primeiro “Donavon Frankenreiter” lançado em 2004, que tem o sucesso “Free”, uma das mais conhecidasdo cantor, e “On my mind”. Depois lançou mais dois discos, “Move by Yourself” e “Past it Around“. Segue abaixo o link do vídeo da música que eu mais gosto dele: Your Heart.

Isso é tudo. E feliz ano novo, atrasado. Até.

The first thing that strikes a person when they meet Donavon Frankenreiter is that they’ve probably never met a person quite like him before. From his genuine nature, to his big heart, to his all-around charisma, once you connect with his vibe you realize that he is truly unique. Donavon lives an incredible life, one that he never takes for granted. His vocations and drive have enabled him to live the one person’s fantasy, as a reality.First and foremost, you have Donavon the husband to his wife Petra and father to his sons Hendrix and Ozzy. Their love and presence are the driving force in his life, as can be seen by the beautiful tattoo of the three on his forearm. Next you have Donavon the pro-surfer, who has and continues to travel the world extensively surfing in some of the most popular and also most remote places on the globe. As a matter of fact, both Donavon’s surfboard and guitar case have seen more places than most humans ever will. And of course, you have Donavon Frankenreiter the musician, who is about to release his third, and probably most important album to date titled Pass It Around (Lost Highway).

Donavon’s first record, 2004’s Donavon Frankenreiter was made with the aid of his long time friend Jack Johnson, and spawned the AAA radio hit “Free”. “On my first record, I didn’t have a direction. I just wanted to make a record,” says Frankenreiter. In 2006, Donavon signed with Lost Highway and began to find his own musical voice with the appropriately titled Move By Yourself. “The second one I did myself and it definitely had a direction I felt great about.” On Pass It Around, Donavon collaborates and injects new sounds in ways he had not attempted prior. “On Pass It Around, I definitely had a lot of ideas and it was fun putting trust in other people.”

One of those people was producer Joe Chiccarelli, who aside from being a multiple Grammy Award-winner, has worked with everyone from Frank Zappa to The Raconteurs to My Morning Jacket. Donavon also enlisted some of his dearest musician friends including, Ben Harper on the title track, and Philadelphia’s most famous surfer G. Love, who adds harmonica on “Sing a Song.”

Collaborators can bring out a side of their creative partner that had previously been untapped. This was the case with Grant Lee Phillips and Frankenreiter on the track, “Mansions On The Sand.”

“I had an amazing experience with Grant Lee Phillips. I had a verse of a song and I had no lyrics for and couldn’t find a chorus. So we worked on it together, found a chorus and then let it go for awhile. When he sent it back to me, I was blown away.”

“I’ve always tried to incorporate the visions of the ocean, the tide, the surf in my music. But I never could, because it would be corny. It would be like I would be “in the waves,” he laughs. Frankenreiter’s respect of the ocean and surfing is too deep to bastardize it. It took Grant Lee Phillips aiding Frankenreiter on “Mansions On The Sand” to help him appropriately celebrate the water that he so loves. “And it came together and from a guy who doesn’t surf.” He jokes.

The self-produced Move By Yourself saw Donavon Frankenreiter grow and mature as an artist who became comfortable on his own and in his own skin. On Pass It Around, Frankenreiter followed his instincts, and in the process actually found himself both artistically and stylistically, as a musician and a songwriter.

“I learned a lot. I learned that it’s not all about me, but it’s about coming together and creating the songs together. I learned that I could let go a little. Let somebody else control the production. For me it was a comfortable place to be. I feel like I had to go through what I was going through in order to get to where I am today.”

For Frankenreiter, embracing a change of methodology was vital, not just because he was open to it, it’s what he does: he persistently challenges himself and it’s keeping him honest, humble and open. An example of Donavon’s openness came when a suggestion was made for the track “Your Heart”.

“When I gave Joe the demo, the horn lines you hear were all harmonica. But it was too much like ‘Harvest Moon,’ the Neil Young song,” he says. “So, Joe tells me he hears a mariachi band in there instead. I knew I could trust his wisdom. When I heard it for the first time it was unreal, because if fit so naturally.”

Donavon was humbled as he tracked Pass It Around at the legendary Hollywood studio, Sunset Sound, knowing he was stepping into the same vocal booth that Joplin and Morrison made history in.

“A lot of people in this day and age just want to you to come to their house and use Pro-Tools because it will save thousands of dollars. But it’s about the experience. That’s what I want to feel. I want to touch the walls there. I want to sing into the microphones there. That’s what recording is all about, being in those places where people have been before.”

If there is one song on Pass It Around that is snapshot of Donavon’s organic and non-contrived lifestyle, it is the opening track, “Life, Love and Laughter.” “Don’t look back it won’t do any good/Don’t look ahead you’ll be misunderstood/Everything you need could be right in front of you.” For Donavon that maybe packing up his family and going to a far flung destination or he could be lazing with them at home in Laguna Beach, as long as there’s love in the room, he’s there.

With some old buddies, new compatriots and a new M.O., Donavon Frankenreiter is more than pleased with the music they made together. He concludes, “I feel this is the best body of work I’ve done. This is where I am now and where I’ve come from.”

e na onda tecno…

Mais uma banda tecno bombadinha. 3OH!3, sabe falar? Mais parece início de telefone interurbanp, não? Mas a banda é legal e da boca pra fora sai “Three Oh Trhee”, só pra ninguém ficar perdido na hora de comentar com alguém. O grupo é formada por dois americanos formados em medicina e matemática com louver, crê?! Prova de que estudo é tudo, rs. Mas voltando, a banda é inspirada no hiphop e tecno com vocais no estilo de “My Chemical Romance” (nem tanto, rs), as músicas tem um ritmo rápido com a costumeira levada do rap. Mas tá muito mais pra tecno do que hiphop, podicrê.

3OH!3 - Sean Foreman e Nathaniel Motte

3OH!3 - Sean Foreman e Nathaniel Motte

A banda tem pouco tempo e começou a carreira abrindo a turnê européia de Kate Perry, que é também participação especial na repaginada da música da banda “Starstruckk”. Os carinha gravaram o primeiro disco e já foram pros melhores das paradas, o single “Don’t trust me” chegou ao segundo lugar pop nos states. O segundo hit emplacado é exatamente a primeira versão de “Starstrukk”; o vídeo é da primeira, que é uma piada, fato. So, a nova queridinha da MTV:

Até.

e de cara nova!

Finalmente eu criei vergonha na cara pra fazer um banner que preste pra esse blog. Não que ele seja bom, mas sintetiza tudo o que o blog é, música na veia como diria os metais, rs.

E pra começar, a banda que eu vou falar tem uma peculiaridade minha… Eu tenho uma música dessa banda a tipo, séculos, só que eu nunca achava nada sobre ela nos sites que eu costumo baixar música, nada tipo nem no Google! Foi aí que nessa manhã nublada de sábado eu vejo uma notícia num blog com essa banda, o que me deixou em êxtase, rs. Aí do nada, eu consegui achar quinhentas músicas avulsas (coisas que eu não gosto) pra baixar. Mas então vamos com a banda. Telepopmusik.

telepopmusik

No estilo de Daft Punk, os franceses do Telepopmusik juntam tecno com vocais femininos e transformam num redevour de sons que se encaixam perfeitamente e dão gosto de ouvir. Além de ter umas músicas que chegam ao “sexy” e são ótimas para a hora H (e antes), olha a dica! Mas voltando ao post, a banda é formada pelos monsieurs Fabrice Dumont, Stephan Haeri e Christophe Hetier, franceses que estam nessa formação desde os anos 90 e que a cena tecno francesa é bem destacada isso ninguém dúvida, mas esses carinha fazem uma mistura relevante de sons, não só batidas e na verdade quase nenhuma batida típica do ritmo, mas sim uma mistura de voz com música, e é o que torna especial.

O grupo lançou dois discos, o primeiro Genetic World ganhou até o Grammy de 2002 com a música Breath, o segundo e por enquanto último disco é o Angel Mil e é nesse que está minha música predileta.

Telepopmusik - Genetic World

Telepopmusik - Genetic World

O estilo é esse, vocal feminino bem afinado, levadas de jazz e as batidas de tecno; mas eu digo que não são nem os sons, mas a mistura deles que torna as músicas com uma levada completamente diferente do tuntz-tuntz. A música da qual eu falei no início é “don’t look back” e pra mim é a melhor de todas, até pelos momentos qu eela me lembra, rs, e lá tá ela aí, mas não é o clip porque eu não achei, mas vale a pena ouvir a música.

O myspace da banda é http://www.myspace.com/telepopmusiktm vale sim a pena conferir, tem muitos mais vídeos lá!

E eu não estou doida, é que eu comecei a escrever no sábado de manhã, mas meu fim de semana foi tão badalado (rs) que eu não terminei. Mas hoje ele terminou de nascer, rs. Até.

MGMT – Musica HQ!

Eu tenho aberto essa página de ‘novo post’ todos os dias… E mesmo assim, não dá dois minutos eu fecho! Não por falta do que falar, mas por falta de não saber como falar. Não sei vocês, mas eu não gosto de falar as coisas “abertamente”, melhor dizendo, diretamente, no fim das contas eu sempre dou voltas e acabo falando as coisas em metáforas que, fora mim, ninguém mais entende.

Mas enfim, isso não tem nada a ver, e a única coisa que eu falo é isso. Eu não discuto mais política, não falo mais de coisas que eu penso, não faço questão de dizer que as coisas têm que ser diferentes. O Peida virou estritamente musical, não que isso seja ruim, até porque esse foi um dos focos dos quais eu sempre pensei. Mas fazer um blog de música é muito difícil, porque existe muita coisa e eu não conheço quase nada; tem gente que acha que eu sei muito, mas eu só sei um pouco mais pelo fato que eu gosto de procurar e que eu tenho amigos que também gostam, então fica fácil achar. Eu não tenho sido muito “google” ultimamente, mas tenho tido várias dicas que me levam a vários lugares, como o post sobre o Beirut e esse agora.

MGMT - Oracular Spectacular

MGMT - Oracular Spectacular

MGMT – The Management – é um grupo que quando eu assisti o segundo clip pensei estar revendo uma versão de Secos&Molhados, rs. Mas o primeiro clip que eu vi eu fiquei maravilhada com a música, e agora, depois que baixei o primeiro e único álbum deles, Oracular Spectacular, de 2007, fiquei apaixonada com a banda. “Electric Feel” a música que eu ouvi primeiro é o single da banda, que é composta por dois carinhas-americanos bem bonitinhos: Andrew Vanwyngarden e Ben Goldwasser.

Andrew Vanwyngarden e Ben Goldwasser.

Andrew Vanwyngarden e Ben Goldwasser.

O estilo dos meninos é um indie pop quase rock, mas que fala de algumas coisas legais, além de amor e essas cositas. O clip que eu escolhi pra colocar aqui foi o da música “Youth” que fala sobre a juventude e a postura. O que eu gostaria de escrever eu deixo eles falarem por mim.

Mas, obviamente, eu não vou deixar de colocar o vídeo que me conquistou! Eletric Feel, vale a pena ouvir no máximo volume e se deixar levar porque é praticamente uma viagem!

Aos que já conhecem a banda, minhas considerações, e perguntas de por que não me mostraram antes? rs. Até.

M de Muffs, M de música.

Pra claramente mostrar que eu não morri, lá vai uma dica das punks – literalmente. Descobri hoje, por acaso, uma banda bem maneira, mas creio que só o Hugo irá gostar, rs, que é o Muffs. A música que eu mais gostei não achei o clip no youtube, só num site meio esquisitinho, mas que é muito massa, então o link vai por aqui > LINK

Então, a banda é antiga, meio punk, mas eu curti bastante o cd que eu baixei. A vocalista é uma mulher loirona, meio com cara de drogada, rs, mas as músicas são realmente massas. Kim Shattuck (vocal/guitara), Ronnie Barnett  (baixo) e Roy McDonald (batera) são a “nova” formação da banda desde 93 e quando foi formada, em 91, tinha mais uma mulher como guitarrista.

A primeira formação.

A primeira formação.

Os Muffs unem o vocal feminino a um estilo completamente punk e rápido, geralmente cantado por homens, o que traz um algo a mais e dá vontade de escutar no volume máximo e ficar dando chutinhos no ar de tão empolgante. E pra quem quiser ouvir direitinho e curtir a banda a dica é Blonder and Blonder, o segundo cd e que foi lançado em 95, esse traz a música do clip, Sad Tomorrow, que é mara!

Blonder and Blonder

Blonder and Blonder

Então, quem quiser, se divirta. Até.

Cadê?!

Cara, como eu odeio descobrir as coisas, rs. De novo eu lendo coisas sobre crepúsculo, eu vejo algo que não era pra ver, ôh, ódio!

Enfim, Oi, e tchau :)

Não tem nada de bom pra falar não. Lua nova estréia dia 19/11 só pra não dizer que não fui útil pra alguém (Y)

Direto do país da piada pronta…

Dizem por aí que com a transferência do Obina (graças a Exu!) para o Palmeiras o jogador só viaja de TAM, isso por que se fosse GOL ele perderia.

E pra quem se cansou de achar que estava sendo roubado com o dignissímo caixa 2, agora pode sentir as mãos dos parlamentares mais amigáveis entrando nos bolsos. Isso é, se aprovada – alguém duvida? – a medida que tira do fundo da União 7,00 de cada brasileiro para a campanha eleitoral de deputados, senadores, ladrões e prostitutas no primeiro turno e 2,00 no segundo, mas imaginem só… Se “só” com o patrocínio das empresas eles ainda fazem caixa 2, imagina com o dinheiro público sendo posto agora a disposição (como se já não fosse)? Estamos mesmo no país-piada.

E voltando às origens do blog, voltemos a falar de música, por favor, porque de política tá difícil… Em época de crise o verbo é “econimizar”, levando ao pé da letra a cantora, Nicole, do grupo Pussycats, economizou no figurino do novo clipe das garotas. Pra quem curte segue o vídeo:

E o blog não morreu! Eu só estava enterrada, mas agora voltei a superfície! Muito melhor que antes, pode apostar. E com Adriano estrando com gol! Toma essa Fred!

Ibiti-hurra!

Todo mundo sabe que atualizar um blog quando se tem um é essencial para a sobrevivência do mesmo, mas como eu sou relaxada/ocupada fico sempre devendo coisas boas e/ou interessantes para postar. Mas nessa última semana eu tenho a desculpa perfeita pra tanto desleixo, eu VIAJEI! É bem assim, em maiúsculo e negrito, fiz uma VIAGEM! E desculpe a todos, foi a viagem, com alguns pontos avulsos que poderiam (e vão) ser melhorados, mas foi simplesmente perfeita. Ando um pouco empolgada demais pra escrever, até porque eu posso ser um tanto quanto na-da realista de tamanho o meu entusiasmo. Amanhã sim eu vou fazer um post digno da minha semana santa – e bota santa nisso. Fiquemos por aqui e é só.

Eu amo você mais do que tudo, e eu só quero ter a oportunidade de viver tudo com você, não deixar escapar nenhum segundo de você! Você é meu sol. Obrigada por tudo.


Update [1]: Porque ontem eu não estava com as fotos, mas hoje estou com quase todas as que eu queria, he. Depois vem os vídeos, aguardem!

meu por-do-sol pra sempre.

meu por-do-sol pra sempre.

Uma sexta daquelas

Chega o fim do carnaval e agora sim o ano começa pra muitos de nós brasileiros, isso porque ainda tem gente que emenda na semana santa, mas enfim. Chegou o fim e todo mundo volta a maratona de aula, trabalho, estresse e continua com a maratona de cerveja/torresmo/hamburguer.

Nesse meio tempo que eu fiquei doente (eu gripei e passei mal como todo início do ano) eu fiquei em casa quietinha e li, li muito, coisa que eu não me dou o luxo de fazer a tempos. Li um livro que minha mãe achou aqui em casa e li um, o que eu vou falar agora, que é só de fotografia e a maioria conhece, Um dia “daqueles”, pra quem não sabe o que é, é uma pequena crônica e praticamente cada frase tem uma foto de um animal específica; o quetorna o livro além de real muito divertido, porque tem cada foto que é o máximo e eu penso como esse cara tirou a foto em momentos tão íntimos da bicharada. Então fica a dica e um vídeo que eu caguei de rir essa manhã!

Boa sexta pra quem gosta.

Com o pé lá!

Pra quem resolveu passar o carnaval em Cataguases, ou , por pura falta de opção, dinheiro e de transporte; não ganhou nada, pra piorar correu o risco de perder, porque a coisa tava/tá preta! O meu carnaval está sendo no mínimo, ridículo, uma quarta-feira regada a três (mízeras) Bohemias e dois carros de som que no fim não davam barulho de nenhum; a quinta num bizarro show do Zezé di Camargo e Luciano, que foi trash total e eu nem comento! A sexta em casa assistindo “Globo Repórter”, o sábado eu ainda tive coragem de ir pra rua (que mais parecia um pé de jabuti, ops, enfim) e foi regado com três (mízeras) Skol no copinho de prástico, o que fez ela ficar com um gostinho de merda, huuuum. Pra melhorar tive que segurar a Dayene pra ela não se juntar aos “seus” e desfilar como destaque da bateria do “Vida do Morro”, no fim do sábado (que foi as 22 h) voltei pra casa puuuuut*! O domingo foi a salvação já que pelo menos no copo de vidro nós bebemos, mas ainda relembramos o prástico no garfinho pra comer a pizza, mas foi bom.

E hoje? Esperemos pra ver se rola Itamarati, né… Já que Salvador eu cansei de ir, he. ¬¬

Só pra constar o Sean Penn ganhou o oscar de melhor ator pela atuação em Milk, eu torcia por ele. E foi só eu falar bem do Flamengo que o Urubu dá uma de cagar na minha cabeça, emfim, viva o Resende de não da onde.

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